16 - CANÇÃO DE AMOR V

Que eu possa viajar na nave do amor com canções de luz;
singrar as rotas estelares com o coração lúcido e a consciência amorosa;
tocar tudo e todos em uma expansão da consciência;
cantar a paz por entre as estrelas e no íntimo das consciências;
oferecer flores luminosas aos chacras de todos;
sorrir por entre as dimensões
e seguir cantando viagens espirituais, poesias, imortalidade, lucidez e espiritualidade plena.

Que eu possa transformar-me em um pequeno deva* e sair por aí, emanando bolas de luz na alma de cada ser;
cantar por todas as dimensões a alegria de saber, com certeza, que sou imortal e que o potencial espiritual que dormia em mim, séculos atrás, está ativo hoje, aceso pela tocha do discernimento e por sucessivas vagas de amor no centro de meu coração.

É isso que me faz viajar por dentro do céu de mim mesmo, pela vastidão interdimensional, pelo céu exterior e pelo céu do coração de meus irmãos.
É isso que me faz escrever e cantar espiritualmente.
É isso que faz nascer mais uma "canção de amor".

- Wagner D.Borges -
São Paulo, 16/05/98 às 13:20 h
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* Deva (do sânscrito): divindade; anjo.

Texto <16><18/05/1998>

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