RIR É O MELHOR REMÉDIO

* Lembra quando você não namorava, não transava, vivia só e cantava o dia inteiro músicas sacras (até quando trabalhava) e nos intervalos você se auto-flagelava para conversar com aquele Deus (que ninguém nunca viu), dizendo: “Eu sou feliz porque me pedes esse sacrifício, Pai!”?

* Lembra de quantos templos, sinagogas, mesquitas, igrejas, mestres e gurus você seguiu sem saber para onde nem o porquê, mas achava aqueles homens simpáticos, a igreja bonita e todo mundo fazia o que dizia e queria?

* Já lembrou de todos os tesouros que você caçou, roubou, herdou e teve, sempre se sentindo pobre ou achando que nunca era o bastante?

* E agora? Você já se lembrou o suficiente para conseguir se superar hoje ou é preciso desfilar o rosário inteiro?

Vamos lá! Tem muito trabalho para se fazer e o tempo é precioso.

Por isso, toda vez que se sentir por baixo, qualquer que seja a situação, lembre-se de todo o percurso que você fez para chegar até aqui, e ria! Ria muito.

Rir é o melhor remédio. Somente com boas gargalhadas você vai dizer a si mesmo: “se eu já agüentei e já fiz de tudo, não existe nada hoje que eu não possa suportar ou fazer. Evolução, estou dentro!”

Aí, vai ser a vez dos amparadores extrafísicos lhe darem as mãos e seguirem com você, lado a lado. São mãos invisíveis, é verdade. Mas você vai sentir a paz, a confiança e principalmente o amor deles envolvendo você, onde quer que você vá!


Paz e Luz!

- Mônica Allan -
São Paulo, 10 de junho de 1999.

(Este texto é dedicado a todas aquelas reclamações diárias que usamos para não crescer.)

Monica Allan é participante do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB. É a coordenadora da Oficina do Riso. Para maiores detalhes sobre o seu trabalho, ver a sua coluna na revista on line de nosso site: www.ippb.org.br