(De Alma Para Alma, Nas Luzes do Coração)
“Possamos nós meditar naquele Ser adorável, resplandecente, que deu origem ao universo inteiro! Possa Ele dirigir nossa inteligência para a Luz!”
- Mantra Gayatri; in “Rig-Veda” -
Amigo(a), doce é o canto daquelas almas livres, tranqüilas e generosas, que, como pássaros canoros cósmicos, cantam a liberdade do samadhi.
O seu canto derrete o coração e dissolve as malhas da dor.
É canto silencioso, que só se escuta com os sentidos da alma, para além da fala e da mente.
Elas cantam o Sopro Vital do Eterno em cada ser.
E só o coração compreende...
Ah, essas almas magnânimas, que, com apenas um olhar silencioso, fazem o “eu” se dissolver nas correntes da consciência cósmica.“Possamos nós meditar naquele Ser adorável, resplandecente, que deu origem ao universo inteiro! Possa Ele dirigir nossa inteligência para a Luz!”
- Mantra Gayatri; in “Rig-Veda” -
Amigo(a), doce é o canto daquelas almas livres, tranqüilas e generosas, que, como pássaros canoros cósmicos, cantam a liberdade do samadhi.
O seu canto derrete o coração e dissolve as malhas da dor.
É canto silencioso, que só se escuta com os sentidos da alma, para além da fala e da mente.
Elas cantam o Sopro Vital do Eterno em cada ser.
E só o coração compreende...
Doce é o seu canto, que, como a primavera, faz o bem a todos.
Esse canto amigo, que fala da emancipação da alma para além do jugo dos sentidos.
O mesmo canto sutil dos avatares, anônimos e compassivos, dos quais Paramahamsa Ramakrishna um dia falou aos seus discípulos.
Em sua simplicidade maravilhosa, ele disse o essencial:
“É canto de amor! É doçura que eleva a consciência e embala o coração.
Feliz daquele que escuta esse canto, de alma para alma.”
* * *
Amigo(a), aqui, na madrugada silenciosa da grande metrópole cinzenta e violenta, onde Deus me colocou para viver, aprender e trabalhar, eu senti aquele toque sutil familiar, que sempre arrebata meu coração naquelas ondas miríficas do amor incondicional.
Sim, o toque amigo do querido Ramakrishna, que, sorrindo por entre os planos, me disse espiritualmente:
“Meu filho, escreva aos homens sobre o canto de amor dos avatares. Conte-lhes da doçura que alegra a alma. Pela graça divina, esses escritos levarão essa doçura a outros corações, fazendo-os felizes.”
* * *
Amigo(a), como é doce o canto das almas livres.
É canto de amor!
Ilumina a consciência e apazigua as emoções.
É canto de serenidade.
Quem o ouve, em seu coração, o compreende...
P.S.:
“Medita em Deus, seja num lugar escuro, na solidão dos bosques ou no santuário silencioso do teu coração.”
- Paramahamsa Ramakrishna -
- Dedico esses escritos aos meus amigos Luis Medeiros, Lázaro Freire, Vítor Hugo França, Samuel da Silva, Emílio Cid, Simone Schumacher, Ivan Salina Fernandes, Luis Fernando Migrone, Vanderlei de Oliveira, Joyce Montenegro, Saulo Calderón, Ricardo Sanfelippo, Ivan Carlos Sanfelippo, Fernando e Nair Cortijos, Ricardo e Sheila Smith, Márcio Cezar e Andrea Janjacomo, Luiz Otávio Zahar, Dráuzio Milagres, Dirce Bustamante, Edmilson Federzoni, Monica Allan, Francisco de Oliveira, Washington da Silva, Carlos Henrique e Maísa Intelisano, Elza, Gisela, Mauricio Santini, Sérgio Kiss, Evaldo Ribeiro, Sérgio Scabia, Rodolfo Fonseca, Máris de Lourdes Pólo Paz, Mariza Cristina de Oliveira, Arsênio e Zelinda Hipólito, Silvinho e Sandra Keiko, Marcela Valle, Glauco e Flávia Adalgisa, Sumaia Elias Abrão, Daniela Dias e Marco Paris, Sérgio Nogueira Reis, Sizenanda Lambert, Jerônimo e Eliana Barbosa, Regina, Juliana e Raquel Mei, e tantos outros amigos espalhados por esse mundão de Deus.
Que o canto dos avatares possa ecoar em seus corações, cada vez mais.
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, eterno aprendiz da vida, que continua agradecendo ao Grande Espírito, por tudo.
É tanta luz que chega do Alto... e dissolve o “eu”, o nome, a forma, a raça, o sexo, a fala, a mente. Só fica o amor, que não se explica, só se sente.
São Paulo, 05 de setembro de 2006.
Notas do sânscrito:
* Samadhi - consciência cósmica; expansão da consciência; condição ou percepção interior pela qual a consciência sente a presença viva do universo e se torna una com ele, numa unidade indivisível.
* Avatares - emissários divinos; seres de luz; canais da divindade; mestres espirituais.
* Paramahamsa Ramakrishna - mestre iogue que viveu na Índia do século 19 e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século 20 se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.
* Enquanto eu escrevia, rolava no som o CD new age/celta – importado - “Another Sun”, dos tecladistas canadenses Mychael Danna and Tim Clement.
A música “Sparrow Hill” (4ª do disco) é maravilhosa e muito inspirada.
* Enquanto passava esse material a limpo, lembrei-me de um texto – postado pelo site do IPPB em 2000 – que pode enriquecer esses escritos de agora. Reproduzo-o na seqüência.
A CHAVE DOS GRANDES MISTÉRIOS
(Resposta de um iogue extrafísico a pergunta: "Qual é o mistério da existência?")
Depois de tantos anos de profunda pesquisa pelos reinos da consciência e suas manifestações, o que posso dizer-lhe é que a chave dos grandes mistérios oculta-se dentro das pequenas coisas e também na simplicidade da própria vida.
Descobri a alegria que transcende o emocionalismo comum e tornei-me igual a uma criança.
Vivo nas asas da alegria e tudo é novidade.
Pensam que sou um sábio, mas tornei-me criança nos braços da vida.
Você conseguiu captar a mesma essência que inspirou-me a escrever tanto.
Conseguiu ver-me além da referência dos sentidos comuns. Onde pensam sentir-me como um iogue ancião e sábio, você vislumbrou a força da criança e a luz da vida no semblante de um idoso jovial.
Uma mocidade serena foi o fruto de toda minha vida e pesquisa.
Imaginam-me junto aos sábios da Índia morando nas altas esferas espirituais. No entanto, gosto mais de ficar entre as crianças. As passarelas da vida interessam-me mais do que o ócio no paraíso.
Gosto de tocar as cabeças dos pequeninos e passar-lhes as bençãos que a serenidade outorgou-me. Às vezes, eles sentem minha presença e alegram-se espontaneamente. Seus pais não percebem o vovô, que é mais criança do que seus filhos, afagando-lhes os cabelos e agradecendo ao Todo Poderoso pela efusão da vida em cada ser.
Se a serenidade tornou-me criança da vida, isso significa que o Ancião dos Dias, sereníssimo, é a maior criança do universo. Ele brinca e afaga nossas consciências sem que O percebamos.
Quer conceito mais iogue do que esse?
Brahman é a criança divina que esconde-se em nossos corações.
É o sábio dos sábios.
Eterna efulgência, revela-se apenas para os pequenos.
Oculta-se dos doutores, mas apresenta-se alegremente para as crianças.
E Ele ri com elas.
Essa é a chave dos grandes mistérios: não se encontra o Supremo no Céu e nem nos ensinamentos dos sábios da Terra. Ele está junto com as crianças.
Foi isso o que descobri depois de tantos anos de pesquisa profunda nos reinos da espiritualidade. Por isso, tornei-me criança e estou entre elas.
Encontro o Todo poderoso no sorriso delas.
Agora, você já sabe onde encontrar-me.
O sábio desnudou-se espiritualmente e continua freqüentando a escola da vida.
O Brahman descrito nos Upanishads* é o Supremo impresso nas folhas de um livro escrito pelos antigos rishis**. É um dos estágios da sabedoria antiga.
Descobri que o estágio seguinte é o Brahman descrito nos Upanishads das crianças. É o Supremo impresso no sorriso delas.
Por isso, os sábios tornam-se crianças e vivem entre elas. Eles querem fazer o estágio seguinte.
Essa é a revelação, meu caro rapaz: os sábios de todas as eras prezam mais a sabedoria da vivência nas passarelas da vida do que nos píncaros celestes.
Gostei de visitá-lo e ver que reporta as vivências espirituais para os outros. Isso torna a espiritualidade mais clara e humana, mais acessível a adaptável aos rumos da vida moderna.
Há um novo homem surgindo dentro do homem comum da Terra. Ele ainda vacila e caminha zonzo, mas, passo a passo, vida após vida, sua radiância se tornará plena.
Um ser de luz habita o interior da consciência humana e seu brilho inspirará a humanidade a caminhar e alcançar seu destino glorioso no imenso concerto dos mundos que se espraiam pela imensidão do universo e suas inúmeras dimensões.
Eleve os pensamentos ao Todo poderoso e agradeça pela efusão de vida perene.
Torne-se criança também!
P.S.: Krishna é o flautista divino. Você é a flauta. É Ele quem toca as melodias da espiritualidade que fluem por você para os homens do mundo.
Ele é o instrumentista, você é o instrumento. Nunca se esqueça disso!
Seja sempre uma flauta digna de ser tocada pelo senhor dos olhos de lótus.
Seja feliz e profundo, semelhante a Brahman e as crianças.
- Um Iogue que se tornou criança -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - São Paulo, 11 de novembro de 2000.)
Notas:
* Upanishads - do sânscrito - parte final dos Vedas. É o conjunto de ensinamentos dos rishis da antiga Índia sobre a natureza do atman – o espírito, a essência imperecível que habita no coração -, e Brahman - O TODO, O Grande Arquiteto Do Universo.
** Rishis - do sânscrito – sábios espirituais; mentores dos Upanishads.
Texto <779><23/05/2007>
Esse canto amigo, que fala da emancipação da alma para além do jugo dos sentidos.
O mesmo canto sutil dos avatares, anônimos e compassivos, dos quais Paramahamsa Ramakrishna um dia falou aos seus discípulos.
Em sua simplicidade maravilhosa, ele disse o essencial:
“É canto de amor! É doçura que eleva a consciência e embala o coração.
Feliz daquele que escuta esse canto, de alma para alma.”
* * *
Amigo(a), aqui, na madrugada silenciosa da grande metrópole cinzenta e violenta, onde Deus me colocou para viver, aprender e trabalhar, eu senti aquele toque sutil familiar, que sempre arrebata meu coração naquelas ondas miríficas do amor incondicional.
Sim, o toque amigo do querido Ramakrishna, que, sorrindo por entre os planos, me disse espiritualmente:
“Meu filho, escreva aos homens sobre o canto de amor dos avatares. Conte-lhes da doçura que alegra a alma. Pela graça divina, esses escritos levarão essa doçura a outros corações, fazendo-os felizes.”
* * *
Amigo(a), como é doce o canto das almas livres.
É canto de amor!
Ilumina a consciência e apazigua as emoções.
É canto de serenidade.
Quem o ouve, em seu coração, o compreende...
P.S.:
“Medita em Deus, seja num lugar escuro, na solidão dos bosques ou no santuário silencioso do teu coração.”
- Paramahamsa Ramakrishna -
- Dedico esses escritos aos meus amigos Luis Medeiros, Lázaro Freire, Vítor Hugo França, Samuel da Silva, Emílio Cid, Simone Schumacher, Ivan Salina Fernandes, Luis Fernando Migrone, Vanderlei de Oliveira, Joyce Montenegro, Saulo Calderón, Ricardo Sanfelippo, Ivan Carlos Sanfelippo, Fernando e Nair Cortijos, Ricardo e Sheila Smith, Márcio Cezar e Andrea Janjacomo, Luiz Otávio Zahar, Dráuzio Milagres, Dirce Bustamante, Edmilson Federzoni, Monica Allan, Francisco de Oliveira, Washington da Silva, Carlos Henrique e Maísa Intelisano, Elza, Gisela, Mauricio Santini, Sérgio Kiss, Evaldo Ribeiro, Sérgio Scabia, Rodolfo Fonseca, Máris de Lourdes Pólo Paz, Mariza Cristina de Oliveira, Arsênio e Zelinda Hipólito, Silvinho e Sandra Keiko, Marcela Valle, Glauco e Flávia Adalgisa, Sumaia Elias Abrão, Daniela Dias e Marco Paris, Sérgio Nogueira Reis, Sizenanda Lambert, Jerônimo e Eliana Barbosa, Regina, Juliana e Raquel Mei, e tantos outros amigos espalhados por esse mundão de Deus.
Que o canto dos avatares possa ecoar em seus corações, cada vez mais.
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, eterno aprendiz da vida, que continua agradecendo ao Grande Espírito, por tudo.
É tanta luz que chega do Alto... e dissolve o “eu”, o nome, a forma, a raça, o sexo, a fala, a mente. Só fica o amor, que não se explica, só se sente.
São Paulo, 05 de setembro de 2006.
Notas do sânscrito:
* Samadhi - consciência cósmica; expansão da consciência; condição ou percepção interior pela qual a consciência sente a presença viva do universo e se torna una com ele, numa unidade indivisível.
* Avatares - emissários divinos; seres de luz; canais da divindade; mestres espirituais.
* Paramahamsa Ramakrishna - mestre iogue que viveu na Índia do século 19 e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século 20 se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.
* Enquanto eu escrevia, rolava no som o CD new age/celta – importado - “Another Sun”, dos tecladistas canadenses Mychael Danna and Tim Clement.
A música “Sparrow Hill” (4ª do disco) é maravilhosa e muito inspirada.
* Enquanto passava esse material a limpo, lembrei-me de um texto – postado pelo site do IPPB em 2000 – que pode enriquecer esses escritos de agora. Reproduzo-o na seqüência.
A CHAVE DOS GRANDES MISTÉRIOS
(Resposta de um iogue extrafísico a pergunta: "Qual é o mistério da existência?")
Depois de tantos anos de profunda pesquisa pelos reinos da consciência e suas manifestações, o que posso dizer-lhe é que a chave dos grandes mistérios oculta-se dentro das pequenas coisas e também na simplicidade da própria vida.
Descobri a alegria que transcende o emocionalismo comum e tornei-me igual a uma criança.
Vivo nas asas da alegria e tudo é novidade.
Pensam que sou um sábio, mas tornei-me criança nos braços da vida.
Você conseguiu captar a mesma essência que inspirou-me a escrever tanto.
Conseguiu ver-me além da referência dos sentidos comuns. Onde pensam sentir-me como um iogue ancião e sábio, você vislumbrou a força da criança e a luz da vida no semblante de um idoso jovial.
Uma mocidade serena foi o fruto de toda minha vida e pesquisa.
Imaginam-me junto aos sábios da Índia morando nas altas esferas espirituais. No entanto, gosto mais de ficar entre as crianças. As passarelas da vida interessam-me mais do que o ócio no paraíso.
Gosto de tocar as cabeças dos pequeninos e passar-lhes as bençãos que a serenidade outorgou-me. Às vezes, eles sentem minha presença e alegram-se espontaneamente. Seus pais não percebem o vovô, que é mais criança do que seus filhos, afagando-lhes os cabelos e agradecendo ao Todo Poderoso pela efusão da vida em cada ser.
Se a serenidade tornou-me criança da vida, isso significa que o Ancião dos Dias, sereníssimo, é a maior criança do universo. Ele brinca e afaga nossas consciências sem que O percebamos.
Quer conceito mais iogue do que esse?
Brahman é a criança divina que esconde-se em nossos corações.
É o sábio dos sábios.
Eterna efulgência, revela-se apenas para os pequenos.
Oculta-se dos doutores, mas apresenta-se alegremente para as crianças.
E Ele ri com elas.
Essa é a chave dos grandes mistérios: não se encontra o Supremo no Céu e nem nos ensinamentos dos sábios da Terra. Ele está junto com as crianças.
Foi isso o que descobri depois de tantos anos de pesquisa profunda nos reinos da espiritualidade. Por isso, tornei-me criança e estou entre elas.
Encontro o Todo poderoso no sorriso delas.
Agora, você já sabe onde encontrar-me.
O sábio desnudou-se espiritualmente e continua freqüentando a escola da vida.
O Brahman descrito nos Upanishads* é o Supremo impresso nas folhas de um livro escrito pelos antigos rishis**. É um dos estágios da sabedoria antiga.
Descobri que o estágio seguinte é o Brahman descrito nos Upanishads das crianças. É o Supremo impresso no sorriso delas.
Por isso, os sábios tornam-se crianças e vivem entre elas. Eles querem fazer o estágio seguinte.
Essa é a revelação, meu caro rapaz: os sábios de todas as eras prezam mais a sabedoria da vivência nas passarelas da vida do que nos píncaros celestes.
Gostei de visitá-lo e ver que reporta as vivências espirituais para os outros. Isso torna a espiritualidade mais clara e humana, mais acessível a adaptável aos rumos da vida moderna.
Há um novo homem surgindo dentro do homem comum da Terra. Ele ainda vacila e caminha zonzo, mas, passo a passo, vida após vida, sua radiância se tornará plena.
Um ser de luz habita o interior da consciência humana e seu brilho inspirará a humanidade a caminhar e alcançar seu destino glorioso no imenso concerto dos mundos que se espraiam pela imensidão do universo e suas inúmeras dimensões.
Eleve os pensamentos ao Todo poderoso e agradeça pela efusão de vida perene.
Torne-se criança também!
P.S.: Krishna é o flautista divino. Você é a flauta. É Ele quem toca as melodias da espiritualidade que fluem por você para os homens do mundo.
Ele é o instrumentista, você é o instrumento. Nunca se esqueça disso!
Seja sempre uma flauta digna de ser tocada pelo senhor dos olhos de lótus.
Seja feliz e profundo, semelhante a Brahman e as crianças.
- Um Iogue que se tornou criança -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - São Paulo, 11 de novembro de 2000.)
Notas:
* Upanishads - do sânscrito - parte final dos Vedas. É o conjunto de ensinamentos dos rishis da antiga Índia sobre a natureza do atman – o espírito, a essência imperecível que habita no coração -, e Brahman - O TODO, O Grande Arquiteto Do Universo.
** Rishis - do sânscrito – sábios espirituais; mentores dos Upanishads.
Texto <779><23/05/2007>