1007 - ALGO MAIS... UMA LUZ, UM AMOR – III
Então, ela riu e me pediu uma canção de ninar.
E eu cantei para ela, como cantam as estrelas.
E, assim, viemos juntos do céu, num raio de luz.
E, agora, ela está dormindo dentro de mim.
Sim, ela entrou em meu coração... E ambos se fundiram.
Ah, eu tenho uma estrela-bebê em meu peito.
E um Grande Amor brilhando tanto...
P.S.:
Por amor, semeamos estrelas.
E elas vão por aí... Brilhando e rindo.
Às vezes, elas entram em outros corações.
E pedem canções de ninar, em espírito.
E quem canta para elas, sente algo mais.
Sim, algo mais... Um Amor. Uma Luz.
Ah, isso não se explica, só se sente...
(Dedicado a Fernando Pessoa**, e a todas as pessoas que carregam estrelinhas em seus corações, sem jamais deixarem de sonhar e cantar o Amor e a Luz.)
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, espiritualista, 48 anos de “encadernação”, e cada vez mais se sentindo criança diante do infinito...***
São Paulo, 30 de março de 2010.
* As duas partes anteriores desse texto estão postadas no site do IPPB – www.ippb.org.br – e podem ser acessadas nos seguintes endereços específicos:
Parte I – https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=6898
Parte II - https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=6905
** Fernando Pessoa (1888-1935) - simplesmente, ele e Camões são os maiores poetas nascidos nas terras de Portugal. E há um texto em que falo de um encontro espiritual com ele, também postado no site do IPPB, no seguinte endereço específico:
https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=3175
*** Enquanto eu escrevia essas linhas, rolava aqui no som o CD “October Road”, do bardo americano James Taylor. Trata-se de um trabalho lançado no ano de 2002. Na verdade, é um disco regular e nem se compara aos seus grandes trabalhos das décadas de 1970/1980. No entanto, eu gosto muito de duas músicas desse CD: “Carry Me On My Way” e “Caroline I See You” (respectivamente, faixas 9 e 10).
E eu fiquei ouvindo essas duas canções, simples e singelas, e repetindo-as várias vezes, enquanto escrevia. Então, elas são a trilha sonora desses escritos.
(E que o Grande Arquiteto Do Universo abençoe ao bom e velho James Taylor por me embalar em suas canções há tantos anos.)
Texto <1007><16/04/2010>
E eu cantei para ela, como cantam as estrelas.
E, assim, viemos juntos do céu, num raio de luz.
E, agora, ela está dormindo dentro de mim.
Sim, ela entrou em meu coração... E ambos se fundiram.
Ah, eu tenho uma estrela-bebê em meu peito.
E um Grande Amor brilhando tanto...
P.S.:
Por amor, semeamos estrelas.
E elas vão por aí... Brilhando e rindo.
Às vezes, elas entram em outros corações.
E pedem canções de ninar, em espírito.
E quem canta para elas, sente algo mais.
Sim, algo mais... Um Amor. Uma Luz.
Ah, isso não se explica, só se sente...
(Dedicado a Fernando Pessoa**, e a todas as pessoas que carregam estrelinhas em seus corações, sem jamais deixarem de sonhar e cantar o Amor e a Luz.)
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, espiritualista, 48 anos de “encadernação”, e cada vez mais se sentindo criança diante do infinito...***
São Paulo, 30 de março de 2010.
* As duas partes anteriores desse texto estão postadas no site do IPPB – www.ippb.org.br – e podem ser acessadas nos seguintes endereços específicos:
Parte I – https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=6898
Parte II - https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=6905
** Fernando Pessoa (1888-1935) - simplesmente, ele e Camões são os maiores poetas nascidos nas terras de Portugal. E há um texto em que falo de um encontro espiritual com ele, também postado no site do IPPB, no seguinte endereço específico:
https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=3175
*** Enquanto eu escrevia essas linhas, rolava aqui no som o CD “October Road”, do bardo americano James Taylor. Trata-se de um trabalho lançado no ano de 2002. Na verdade, é um disco regular e nem se compara aos seus grandes trabalhos das décadas de 1970/1980. No entanto, eu gosto muito de duas músicas desse CD: “Carry Me On My Way” e “Caroline I See You” (respectivamente, faixas 9 e 10).
E eu fiquei ouvindo essas duas canções, simples e singelas, e repetindo-as várias vezes, enquanto escrevia. Então, elas são a trilha sonora desses escritos.
(E que o Grande Arquiteto Do Universo abençoe ao bom e velho James Taylor por me embalar em suas canções há tantos anos.)
Texto <1007><16/04/2010>
