129 - TELAS DA VIDA


Projetamos nela as cores dos nossos pensamentos e aspirações.

Às vezes, criamos atmosferas coloridas. Porém, em outros momentos, pintamos as cores de nossas dores e desejos infelizes.

Quando unimos nossos pensamentos aos pensamentos de Jesus, Krishna, Buda e tantos outros mestres da consciência, pintamos com eles e tornamo-nos co-criadores de atmosferas felizes.

Entretanto, quando unimos nossos pensamentos às vibrações infelizes, sintonizamos às mentes imersas nas trevas conscienciais. Tornamo-nos, assim, sócios espirituais na produção de telas trágicas.

Tudo é questão de sintonia!

Nossas telas de vida refletem a qualidade de nossos pincéis (escolhas e atos). Nossas cores são o reflexo do que somos.

Viver é pintar!

Pensamentos emolduram situações e atmosferas. Podemos pintar alegrias ou desgraças nas telas de nossas vidas. Tudo depende da inspiração do pintor.

Em escala maior, o universo é a imensa tela onde o Todo projeta as tintas do amor infinito. Somos expressão dessas cores magnânimas, portanto podemos ser co-criadores de climas felizes nas telas do infinito de nossas vidas.

Que nossas telas tenham as cores da paz!

- Os Iniciados -

* * *

Há pintores bem burros!

Só projetam telas de tragédias na vida, quebram os pincéis, entornam a tinta e estouram a moldura com suas patadas.

São pintores de merda*!

São portadores de cores infelizes.

Pintam o umbral.

É por isso que irão para lá após a morte.

São pintores bundões*... e a treva os espera!

- Souza -
Cia. do Amor (A Turma dos Poetas em Flor)

(Textos recebidos espiritualmente por Wagner Borges; SP, 16/06/99)
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* Nota de Wagner Borges: Mantive o jeito de expressão do espírito, pois não costumo alterar a maneira de expressão de ninguém, como muitos médiuns presos a condicionamentos bolorentos o fazem. Os espíritos são apenas pessoas extrafísicas. Comunicam-se usando as mesmas expressões que usavam quando encarnados, como o caso deste espírito em questão. Tratando-se de espíritos avançados, obviamente que suas expressões são de cunho mais elevado.

Texto <129><20/06/1999>