745 - CANTANDO FORA DO CORPO E ATRAVESSANDO A CHUVA

5. Ir ao Além é fácil, basta morrer! Difícil é viver na Terra e fazer o bem, sem olhar a quem.

Apontar as mazelas alheias é muito fácil. Difícil é ser cirurgião de si mesmo.

Todavia, mais raro ainda é encontrar um ser humano feliz, só por existir!



6. Dica de Revista e Texto 745

Muitas preces são apenas lamentações ao divino. São raros os que oram para agradecer.

Lamúrias não resolvem crises de consciência. E o Céu não liga para chantagens emocionais.



7. Bebidas caras podem até entorpecer alguém, mas nunca diluirão o vazio de um coração.

Que plástica facial poderá rejuvenescer um olhar triste ou preencher o vácuo consciencial?

Alguém que não se ama poderá exigir amor dos outros?

De que adianta alguém fazer uma oferenda, se o ego não foi ofertado, e a intenção é ruim?

Há alguma magia maior do que o Amor? Há algo mais lindo do que a vida?



8. Algumas pessoas parecem plataformas portáteis: estão cheias de bombas no coração.

Elas apresentam ótima memória: nunca esquecem uma ofensa!

Enquanto isso, outras têm memória fraca: sempre se esquecem do bem que lhes fizeram.



9. Viver é um presente. E feliz é aquele que reconhece isso.

Os mestres apenas orientam: cabe aos homens viverem e realizarem a Luz em si mesmos.

Não é o portal do invisível que se abre; é o coração do iniciado que se torna portal de Luz.

É quando a rosa se abre na cruz, na Luz do despertar da consciência.



10. Os mestres orientam: a cor amarela protege a aura de ataques invisíveis.

Além de iluminar a inteligência, o amarelo protege o psiquismo do ser.

Que tudo fique claro: basta encher a aura de amarelo, pela vontade firme.

Que os justos sejam sempre protegidos pelos guardiões da sabedoria.

Que tudo seja purificado na Luz!



“O homem é o artífice de seu próprio destino - Que a Luz seja seu guia.”



(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Curitiba, 14 de outubro de 2006).



Nota de Wagner Borges: Esses escritos me foram passados espiritualmente por alguns seres de luz que operam invisivelmente na egrégora da Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC). Agradeço a eles pelo carinho e respeito com que sempre sou tratado quando participo de algum congresso no auditório da Ordem, em Curitiba.

Para mais detalhes sobre essa seqüência de textos conscienciais, favor ver os três textos anteriores, postados como textos periódicos 743 e 744.











CANTANDO FORA DO CORPO E ATRAVESSANDO A CHUVA

(O Convite do Amigo Extrafísico, Para Voar Além...)



- por Wagner Borges -



“Muitas vezes nós brincamos e voamos pelos céus.

Tudo era possível; voávamos sem asas...

Girávamos sobre as nuvens e deslizávamos pelo vento.

Parecíamos bólidos espirituais singrando os ares...

Parecia magia, mas era somente nossa própria natureza.

Não éramos silfos ou devas nos ares; éramos mais simples:

Apenas dois espíritos voando juntos na mesma alegria.

Os raios solares nos atravessavam, e nós riamos disso.

Também passávamos pelas gotículas de água em suspensão na atmosfera.

E, na seqüência, deslizávamos por dentro da refração dos raios nas gotículas;

Viajamos muito por dentro dos sete raios do arco-íris.

Ah, também havia uma canção que permeava nossos vôos.

Ela falava dos seres que desciam à Terra por amor.

E você se encantou pela jornada dos avatares e quis descer também.

E eu fiquei voando sem sua companhia, torcendo por você.

Olha, muitas vezes eu rezei por você, bem ali, no meio do arco-íris.

Pedi às sete cores que protegessem você na jornada terrestre.

É por isso que você é apaixonado pelo cheiro de chuva e pelos arcos-íris.

Uma parte sua (lá dentro do coração) se lembra da liberdade e dos vôos.

Você não sabe, mas, quando olha para o céu, o seu olhar fica azul e dourado.

Azul e dourado... Lembra? A cor dos viajantes espirituais na luz...

Vem, meu amigo! Durma pensando nisso. Vamos atravessar a chuva...

Acima das nuvens, o céu continua lindo. Vamos voar até as estrelas.

Hoje, a saudade de você apertou tanto! Vamos, dê-me a mão e vamos decolar!

Quero lhe apresentar um deva solar que conheci por aqui.

Ele assistiu ao momento da iluminação do Buda embaixo da árvore sagrada.

E quando você “sentir” a narrativa dele, ficará encantado. Aliás, mais ainda...

Segundo ele, a luz do Buda tem um som sutil, que não se escuta, só se sente...

Então, deixe o corpo descansando aí, e vamos lá! A canção do Buda nos espera.

É canção sutil, para “sentir” no coração e iluminar o espírito.

Que saudade, meu amigo! Ainda bem que você me viu por aqui.

Estamos agendados com o Deva lá em cima; e ele nos espera alegremente.

É que ele adora contar sobre esse momento da iluminação do Buda.

Parece que a luz desse momento ainda cura muitos sofredores, em vários planos.

Diz-se que é o som da compaixão viajando nas dez direções... Cantando a paz.

Lembre-se: azul e dourado! Para surfar sorrindo nas correntes vitais...

Vamos voar juntos, mais uma vez, em nome da amizade e da luz.”



Paz e Luz.



São Paulo, 17 de outubro de 2006.



Notas:

* Sobre o “azul e dourado” e sua correlação com os projetores extrafísicos, favor ver a série de textos “O Projetor Azul e Dourado”, inserida em minha coluna da revista on line do site do IPPB, no seguinte endereço específico: www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=2375

* Devas (do sânscrito) - divindades; seres celestiais; anjos.

* Avatares (do sânscrito) – emissários divinos; canais da divindade; seres de luz que vem ao mundo para espalhar a luz entre os homens.

* Para melhor compreensão desses escritos, sugiro a leitura do texto abaixo, pela sua correspondência direta com as idéias expostas aqui.











BUDA - A LUZ INVISÍVEL QUE ABRAÇA O MUNDO

(Toques de Luz nos Corações Sensíveis à Paz e o Amor)



- Por Wagner Borges -



Sentado embaixo de uma árvore, isolado do mundo, ele estava no limite de sua resistência.

Então, ele abriu os olhos espirituais e viu a LUZ em seu coração, que ali estava aguardando o seu olhar.

E ele se encontrou e se tornou serenidade e compaixão.

Ele despertou!

Era a hora do Buda, homem que se fez LUZ.

E o mundo nunca mais seria o mesmo, pois no momento de seu despertar, o Buda abraçou a humanidade inteira, em espírito e silêncio.

A aura planetária foi inundada por miríades de cores beatíficas.

A LUZ eclodiu nas dez direções... e, por onde ela foi, os devas cantaram seu nome: “Buda... Buda... Buda...”

A LUZ silenciosa beijou a alma do mundo.

Hoje, em dias tão conturbados de violência e dor, que os homens de boa vontade se lembrem desse momento sublime.

Que eles saibam, que no silêncio entre os seus pensamentos e as batidas de seus corações, há uma LUZ aguardando um olhar sereno, sem ego, para despertar mais um Buda*.

Faça-se a LUZ!

Em todos os corações, para que a dor seja diluída no despertar da consciência.

Para que, no lugar do vazio existencial, renasça o AMOR.

Que o beijo secreto do Buda desperte o Buda dentro de cada um, para que a LUZ se faça, e o AMOR inunde a existência de todos os seres.



São Paulo, 01 de junho de 2006.



P.S.: Esses escritos foram feitos sob a inspiração espiritual de um amparador do grupo dos Iniciados**.



Notas:

* Buda (do sânscrito "Buddha": "o iluminado"): é aquele que alcança o elevado estado de consciência "Buddhi", a iluminação pura. É aquele em quem "A LUZ ACENDE". Dentro de cada coração há um Buda em potencial. Basta despertar para a LUZ, que não só acende o ser, mas, também, "ascende" o nível de consciência e compaixão. Tornar-se Buda é rir na LUZ.

** Os Iniciados: grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente. Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, eles têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista. Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.


Texto <745><06/12/2006>