930 - MÃE DO AMOR – LUZ DOS INICIADOS

Que Amor é esse?
Que não julga a ninguém e nem proclama superioridade alguma...
Que não tem nome e nem pertence a grupo algum...
Que não vê cor de pele, sexo, religião ou condição social de ninguém...
Que viaja serenamente, sempre equilibrando e chamando para a Luz...

Que Amor é esse?
Que está em cada estrela e, também, em cada grão de areia...
Que conhece cada coração e a tudo e a todos compreende...
Que criou as flores e os homens, as galáxias e os golfinhos...
Que faz pensar no Eterno...

Que Amor é esse?
Que gera o sopro vital que anima a todos os seres...
Que ilumina as reuniões espirituais voltadas para climas sadios...
Que regenera os caminhos e abre novas chances para todos...
Que está aqui, e só pede que os corações se abram na Luz...

Que Amor é esse?
Que nos fez vir aqui, mais uma vez, em nome do Eterno...
Que abraça a todos nós, encarnados e desencarnados...
Que vem como uma Mãe secreta, por entre os planos...
Que nos faz querer o bem do mundo...

Que Amor é esse?
Que está aqui e une estudantes e trabalhadores espirituais na mesma egrégora*?...
Que nos trouxe até aqui, em espírito e verdade...
Que envolve tudo numa massa de luz rosada...
Que sorri e ama em silêncio...

Que Amor é esse?
Que é a Mãe de todos nós...

(Dedicado aos aspectos da Mãe Divina de todas as culturas: Yemanjá, Maria, Sarasvati, Lakshmi, Parvati, Kuan-Yin, Kali, Durga, Jagadamba, Deméter, Diana... E, também, a todas as mães encarnadas, responsáveis e conscientes da tarefa que o Eterno lhes deu: a de educar Seus filhos, estrelinhas espirituais, como se fossem crianças delas, com amor e dedicação.)

P.S.: Esses escritos foram feitos no salão do IPPB, um pouco antes de uma reunião do grupo de estudos e assistência espiritual. Enquanto o pessoal chegava e se ajeitava nas cadeiras, eu percebia, pelas vias da clarividência, a ação silenciosa e serena de uma presença espiritual elevada, que permeava a todos, encarnados e desencarnados, com uma massa de luz rosada, que era puro amor incondicional. E essa presença era como uma Mãe Divina abençoando seus filhos na jornada espiritual e humana...
Tomado de admiração e alegria, escrevi essas linhas, para registrar o lance extrafísico. Depois, ainda sob forte emoção, li o texto para os 120 participantes da reunião. E, agora, estou disponibilizando-o em aberto para todos. Pode ser que sua leitura seja útil para outros grupos de estudantes e trabalhadores espirituais, inspirando algo bom em suas jornadas...

Paz e Luz.

- Wagner Borges – mais espiritualista do que nunca...

São Paulo, 28 de janeiro de 2009.

* Egrégora - do grego “Egregorien”, que significa “velar”, “cuidar” - é a atmosfera coletiva plasmada espiritualmente num certo ambiente, decorrente do somatório dos pensamentos, sentimentos e energias de um grupo de pessoas voltado para a produção de climas virtuosos no mundo.
É a atmosfera psíquica resultante da reunião de grupos voltados para trabalhos e estudos baseados na LUZ. Pode-se dizer que toda reunião de pessoas para a prática do Bem e da Virtude - independentemente de linha espiritual - forma uma egrégora específica, uma verdadeira entidade coletiva luminosa, à qual se agregam várias outras consciências extrafísicas alinhadas com aquela sintonia espiritual para um trabalho interconsciencial.
Provavelmente foi por isso que Jesus ensinou: "Onde houver dois ou mais em meu nome, aí eu estarei."
Muitos dizem que não se deve misturar egrégoras de trabalhos diferentes, porém, quando o Amor se manifesta, desaparece qualquer ideologia doutrinária, e só fica o que interessa: a LUZ.
No dia em que os homens despertarem para climas mais universalistas e cosmoéticos, com certeza esse mundo será melhor de viver.
Viva a LUZ, pouco importa o nome, o grupo ou a doutrina que fale dela. E viva os mentores espirituais que ajudam a todos, independentemente de credo, raça ou cultura esposada.

Texto <930><15/05/2009>