BALEIA DO RIO
Como Jonas, senti o calor do seu ventre no Rio.
E pude ver seus filhos tentarem de todas as formas o resgate.
Eram cordas, eram barcos, eram redes conectadas às sereias.
Era Netuno que chorava seus seixos e conchas...
E uma lágrima escorreu de Iemanjá e dela se fez o oceano.
Salvar uma baleia não foi o ato mais sublime.
Persistir, lutar pela vida e entoar ondas de louvor à natureza são atos ainda mais heróicos.
Deus, por meio dos homens, deixou Suas pegadas na areia.
Marcas de uma hombridade universal.
Todo o esforço que o coração fez para circular o sangue. Toda a viração. Toda a embarcação que acorrentava à liberdade. Todo o barquinho de papel das crianças. Tudo valeu a pena! A alma das baleias se elevou e fez seu berço no peito dos que lutaram com a bravura nestes mares tão bravios.
Não foi simplesmente um peixe grande que encalhou.
Foi o Grande Espírito do Oceano de Deus que se libertou e reencarnou em nós!
- Nota de Wagner Borges: Mauricio Santini é jornalista, escritor, poeta e espiritualista. É meu amigo há muitos anos, e sempre me emociono com os seus textos brilhantes e cheios daquele algo a mais que só os grandes escritores e poetas possuem.
Para ver outros textos dele, basta entrar em sua coluna na revista on line de nosso site (www.ippb.org.br)
- Nota do texto:
* Em homenagem aos seres que lutaram pelo resgate da baleia Jubarte no Rio de Janeiro.
E pude ver seus filhos tentarem de todas as formas o resgate.
Eram cordas, eram barcos, eram redes conectadas às sereias.
Era Netuno que chorava seus seixos e conchas...
E uma lágrima escorreu de Iemanjá e dela se fez o oceano.
Salvar uma baleia não foi o ato mais sublime.
Persistir, lutar pela vida e entoar ondas de louvor à natureza são atos ainda mais heróicos.
Deus, por meio dos homens, deixou Suas pegadas na areia.
Marcas de uma hombridade universal.
Todo o esforço que o coração fez para circular o sangue. Toda a viração. Toda a embarcação que acorrentava à liberdade. Todo o barquinho de papel das crianças. Tudo valeu a pena! A alma das baleias se elevou e fez seu berço no peito dos que lutaram com a bravura nestes mares tão bravios.
Não foi simplesmente um peixe grande que encalhou.
Foi o Grande Espírito do Oceano de Deus que se libertou e reencarnou em nós!
- Nota de Wagner Borges: Mauricio Santini é jornalista, escritor, poeta e espiritualista. É meu amigo há muitos anos, e sempre me emociono com os seus textos brilhantes e cheios daquele algo a mais que só os grandes escritores e poetas possuem.
Para ver outros textos dele, basta entrar em sua coluna na revista on line de nosso site (www.ippb.org.br)
- Nota do texto:
* Em homenagem aos seres que lutaram pelo resgate da baleia Jubarte no Rio de Janeiro.
